Diga a ela que a espero.
Diga que o sol começa a meia noite.
Diga que no meu peito algo grita e silencia.
No meu corpo algo lateja e se cala numa rima fria.
Eu não acreditava mais no amor
O julgava por entres meus dedos
Eu, na cama o-jogava
Eu via o colorido negro
E nada mais me servia.
Chamei palavras obscenas
Fingi não pensar, não querer, não desejar
Mas eu pensei, eu quis, eu desejei
Você veio, mudou meu eu,
Hoje sou seu, sua, todo, toda sua!
A valsa agora me cabe como morfina
Como um pedaço de ‘não sou mais eu’
E cada hora marcada estilhaça
As paredes, as ruas, os vãos, as esquinas
Me faz pensar de como eu era sua
E hoje já não sou mais minha.
Os assuntos abriram um buraco e se enterraram
Fizeram chuva sobre a cama
Meu travesseiro já não sabe
Mas, hoje eu sonhei
Sonhei com o que tanto eu acreditei
Aqui dentro tudo está do mesmo jeito que ele'a deixou.
Diga que o sol começa a meia noite.
Diga que no meu peito algo grita e silencia.
No meu corpo algo lateja e se cala numa rima fria.
Eu não acreditava mais no amor
O julgava por entres meus dedos
Eu, na cama o-jogava
Eu via o colorido negro
E nada mais me servia.
Chamei palavras obscenas
Fingi não pensar, não querer, não desejar
Mas eu pensei, eu quis, eu desejei
Você veio, mudou meu eu,
Hoje sou seu, sua, todo, toda sua!
A valsa agora me cabe como morfina
Como um pedaço de ‘não sou mais eu’
E cada hora marcada estilhaça
As paredes, as ruas, os vãos, as esquinas
Me faz pensar de como eu era sua
E hoje já não sou mais minha.
Os assuntos abriram um buraco e se enterraram
Fizeram chuva sobre a cama
Meu travesseiro já não sabe
Mas, hoje eu sonhei
Sonhei com o que tanto eu acreditei
Aqui dentro tudo está do mesmo jeito que ele'a deixou.
