Eu me levantei vagarosamente e olhei no espelho
Pensei:
Meus últimos 569 dias foram dedicados a um sentido
Constante e ingênuo sentimento ‘certinho e monótono’
Que hoje se sara na cicatriz
Que hoje, meio dia, se safa por um triz
Enjoei-me do cheiro, do choro e da dor
Vomitei a saudade esmagando aquele amor
Amor? Digo, aquele imaturo desamor
Amor traidor:
Eu te desamo, mato-te adentro
E incansavelmente repito.
Respiro e faço disso uma canção.
Demito-te do meu coração.
†
120214
120214
02/12
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Olá JL, belo poema...me vi aqui há um tempo atrás, quando deveria ter demitio uma paixão que devorou meu coração (rima sem querer rs), mas é tão grandioso esta tua atitude diante deste poema, uma construção que vai desconstruíndo para construir um ser inteiro e livre (divaguei), mas amei este poema, obrigado.
ResponderExcluirps. Carinho respeito e abraço.
Olá, Jair, Muito obrigada pelo seu comentário, acho que você definiu bem "uma construção que vai desconstruindo para construir um ser inteiro e livre" Só o tempo é a resposta para esse todo esse processo.
ExcluirUm abraço!